07
Jul 09

Face ao risco sistémico (como gosto do adjectivo...sistémico) das diversas pandemias (HN1, China e Honduras, desemprego, crise (sistémica!) do sistema financeiro) o blogue passou o nível de alerta para máximo. Por esse facto entrou de quarentena e já está devidamente equipado. Não há bem que sempre dure nem mal que não apareça. Por isso trancas na porta à moda antiga. O dinheiro debaixo do colchão e o testamento no notário. Até lá fiquem todos de boa saúde.

publicado por carlosfreitas às 15:33

23
Mar 08

 

    Por detrás das relações de informação existe um processo de alienação.

    A questão tibetana está a deixar os nervos em franja ás autoridades chinesas. Face às tentativas de infirmar a realidade, perceber até onde irá a China na tentativa de ocultar os futuros acontecimentos no Tibete é a questão crucial.

    O silêncio, mal gerido por parte dos governos europeus, o comprometimento de partidos políticos, sobretudo  aqueles que se mostram condescendentes ou apoiantes de um pseudo regime comunista, embatem na estupefacção da opinião pública face aos acontecimentos. Afinal passa-se alguma coisa no Tibete. Não se passa nada. Nem sei porque é que se dão ao trabalho de fazer referências aos acontecimentos. Se não se passa nada.

    A informação proveniente da China sobre os acontecimentos são um enxovalho à inteligência. Querem que acreditemos na bondade e candura do exército chinês. Querem. Mas não conseguem. Estamos perante o assassínio de um povo. E isso não conseguem esconder. A denúncia chinesa sobre a modificação dos acontecimentos por parte da imprensa e televisão  ocidentais são uma mera falácia. Se explicarem melhor o que aconteceu em 1989, talvez consigamos melhor entender o que se passa em 2008.

 *teatro de sombras chinês
publicado por carlosfreitas às 22:22
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15
Mar 08

 

 

 

 

Of the Russia with love

 

publicado por carlosfreitas às 10:27
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15
Out 07

antiga melopeia infantil:
Um...
dois...
três...
macaquinho do chinês!!!!
publicado por carlosfreitas às 18:54
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12
Set 07

A Foto pode vê-la aqui.

A existência de um certo ruído de fundo nestas questões, à qual não me unem laços espirituais, ou de qualquer outra espécie, não deixam de me provocar no entanto uma circunspecta reflexão. A esta alio esta notícia que reputo de altamente importante para a conjuntura, tendo em conta a questão. O Budismo é o que é, os negócios de Estado são o que são. Li algures que anda uma senhora a querer varrer as lojas de bric-à-braque sino da baixa lisboeta. Este é apenas um "fait-divers". Meramente isso. Pensei inocentemente que a moda era ter "Chinatowns" em todas as grandes capitais europeias. Realmente Lisboa, a antiga capital do Império, nunca poderia ficar isenta. A necessidade de "chinar"(1) até que se compreende, face à realidade dessas outras cidades europeias. Xenofobia, anunciam uns. Penso, que não. Não será apenas reacção à pressão global a ser exercida por parte da nova potência? Seremos nós a concluir do "gueto" ou serão eles, com a sua milenar arte, a das sombras, a imporem-se, sem que disso demos conta? Da nossa parte ficamos plenamente esclarecidos.
(1) Chinar: no sentido de demarcar campos.

E a questão continua a ser abordada através das mais variadas perspectivas, pelo João Tunes, pelo
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<a href="http://bp1.blogger.com/_RAkscsIJpiU/Rufy0pVKmHI/AAAAAAAAAVA/qWy2NRhVC8E/s1600-h/sombra07.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5109319288536864882" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_RAkscsIJpiU/Rufy0pVKmHI/AAAAAAAAAVA/qWy2NRhVC8E/s320/sombra07.jpg" border="0" /></a><br />A Foto <a href="http://www.felipex.com.br/sombras_chin1.htm">pode vê-la aqui.</a><br /><br />A existência de um certo ruído de fundo <a href="http://tsf.sapo.pt/online/vida/interior.asp?id_artigo=TSF183491">nestas questões,</a> à qual não me unem laços espirituais, ou de qualquer outra espécie, não deixam de me provocar no entanto uma circunspecta reflexão. A esta alio <a href="http://www.missaochina.gov.pt/noticias_noticia_48.asp">esta notícia</a> que reputo de altamente importante para a conjuntura, tendo em conta a questão. O Budismo é o que é, os negócios de Estado são o que são. Li algures que anda uma senhora <a href="http://jn.sapo.pt/2007/09/11/ultimas/SOS_racismo_critica_declara_e.html">a querer varrer as lojas de bric-à-braque sino da baixa lisboeta.</a> Este é apenas um "fait-divers". Meramente isso. Pensei inocentemente que a moda era ter "Chinatowns" em todas as grandes capitais europeias. Realmente Lisboa, a antiga capital do Império, nunca poderia ficar isenta. A necessidade de "<em>chinar</em>"(1) até que se compreende, face à realidade dessas outras cidades europeias. Xenofobia, anunciam uns. Penso, que não. Não será apenas reacção à pressão global a ser exercida por parte da nova potência? Seremos nós a concluir do "gueto" ou serão eles, com a sua milenar arte, a das sombras, a imporem-se, sem que disso demos conta? Da nossa parte ficamos plenamente esclarecidos.<br />(1) Chinar: no sentido de demarcar campos.<br /><br />E a questão continua a ser abordada através das mais variadas perspectivas, <a href="http://agualisa6.blogs.sapo.pt/370216.html">pelo João Tunes,</a> pelo <a href=""http://outramargem-visor.blogspot.com/2007/09/x_12.html>traço do cartoon de Fernando Campos,</a> que a <a href="http://outramargem-visor.blogspot.com/2007/09/oficialmente-dalai-lama-no-recebido-por.html">Outra Margem,</a> publica regularmente, a igualmente subtil alusão de <a href="http://entreasbrumasdamemoria.blogspot.com/2007/09/tenacidade-chinesa.html"> Joana Lopes,</a> que obriga a uma maior reflexão sobre a milenar civilização chinesa, ajudando a enquadrar a questão para além dos limites tíbios das razões ditas políticas.
publicado por carlosfreitas às 14:50

Carlos Freitas Almeida Nunes
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