07
Abr 08
                       Sabe em que país? Adivinhou.
publicado por carlosfreitas às 18:40

Quero lá saber se somos ou não cada vez menos, pena é que estejamos a desaparecer. Resistamos pois. Entre as Brumas da memória apenas nos resta isto.
publicado por carlosfreitas às 18:20

06
Abr 08

Desde cedo, talvez desde tenra idade, quiçá, conheço as velhinhas câmaras de ar, li muito sobre as terríficas de gás. Agora sobre câmaras de comuns desconheço. Mas eles lá sabem como se arranjam. O que parece é quererem pneus que sempre durem. Vão dar graxa ao càgado que hoje estou mal disposto. Primeiro façam a revisão à carripana, treinem mais o manejo do verbo comum. Estamos a ficar fartinhos de lorpas e dichotes. Assoprem no pipo.

publicado por carlosfreitas às 19:52

05
Abr 08

 

Ao mar ninguém recusa a excelência da beleza, segredos que guarda, perigos e tragédias que esconde. O mar vive entre a beleza e a tragédia. Marinheiros ébrios, de prazer, por voltar a pisar terra, navios de muitos paraísos, ondas, cais e molhes e gaivotas. Entre trabalho, precários, e ganâncias. Em terra tudo se guarda, de tudo existe.  Mas a beleza do mar, essa, tudo desculpa e ofusca.

Entre as belas fotos do ALDEIA OLÍMPICA, parte do quotidiano junto do imenso mar, contraponho estas que os homens, por desrespeito por outros homens, descarregam no cais da nossa vida quotidiana.

Representaram a  descarga de vidro para reciclagem, sujo, conspurcado, de cheiro nauseabundo, dos mais diversos tipos de embalagens que a sociedade de consumo produz, em frente, precisamente em frente, das instalações que são utilizadas para refeitório dos trabalhadores.

Para que não se volte a repetir.

publicado por carlosfreitas às 11:02

03
Abr 08

"Não façamos juízos de valor - mas, falando uma linguagem mais sã, o que for possível dentro das condições  gerais . Chegam então fases de mal-estar político e económico, até de angústia social, e vemo-lo reflectir, muito naturalmente, as incertezas das pessoas, as antinomias do seu pensamento, por vezes as suas revoltas por resolver contra um passado que as oprime e que no entanto não sabem como substituir. [...] a própria qualidade de historiadores proíbe-nos esquecer que as nossas incertezas e as nossas esperanças são apenas em última análise, uma das expressões de um drama de consciência muito maior."

Tradução livre de um texto de Marc Bloch em História e Historiadores" Teorema, 1998, p. 299.

Para alguns que pensam que os historiadores só pensam ou entendem de História. História é vida com gente. Façam o favor de serem um dia, de cada vez, melhores.

publicado por carlosfreitas às 21:12

02
Abr 08
publicado por carlosfreitas às 15:57

Relativamente fartos de uma realidade a tender para o "azelhóide" eis algumas das favoritas figuras pra desanuaviar. Como dizia um amigo "bardamerda para o déficit".
publicado por carlosfreitas às 14:43

Photobucket

 

 Voltas, e mais voltas, para perceber que mentiras,  ditas ontem, hoje não se voltam a repetir.

publicado por carlosfreitas às 00:17

blogs SAPO
Carlos Freitas Almeida Nunes
pesquisar
 
arquivos
RSS