17
Jun 07


Cidadão benemérito... Jacinto Leite Capelo Rego. Este, por razões óbvias, ausente em parte incerta.
publicado por carlosfreitas às 15:58

Entre o Coentral e Lisboa, a Lousitanea


ajuda os sequiosos intelectuais da capital e apenas durante o dia de hoje a sentirem-se mais frescos.
Mesmo com este tempo...que em Trás-os-Montes, é coisa de pouca monta, já diziam, os do Marão, que "é em Junho, no verão, que as velhas queimam o melhor tição", em Lisboa, hoje há de novo gelados distribuídos pelo "neveiro real".
publicado por carlosfreitas às 12:01

16
Jun 07




A esquerda actual "deixou de ser esquerda" e tornou-se "estúpida".
publicado por carlosfreitas às 23:51











Vimaranense na Póvoa do Varzim, década de 1930.</span> Foto de Mário Cardozo.
publicado por carlosfreitas às 01:44

15
Jun 07


Porque será que os "media" franceses...não passaram as imagens da conferência? Será legítimo? Como forma de resguardar um Presidente da República? Mas se os jornalistas presentes na sala eram mais que muitos...como seria possível evitar? Alguns comentários em França dizem que no mínimo Chirac, aguentava melhor a pressão. E, claro, os amigos belgas...não desperdiçaram mais uma anedota sobre os franceses...assunto reccorrente entre ambos. Desta vez calhou ficarem os franceses na "mó de baixo". Veremos a resposta !
publicado por carlosfreitas às 15:50



Hotel bem situado... no centro da cidade.! Estava-se em 1913.
publicado por carlosfreitas às 02:18



CALIGRAFIA- arte de bem escrever.
Célebres cadernos que fizeram de alguns de nós, em crianças, autênticos mártires. Pior só monge - copista. Mas, com a caligrafia que por aí se vê e não se consegue ler, não seria de apostar na sua reutilização? Eram pró menino e prá menina!
Afirma a propósito do manual escolar numa perspectiva de história cultural, referência que abusivamente transplantamos para outros materiais escolares utilizados durante o período do Estado Novo, como é o caso em apreço, Justino Magalhães, que "[...] para além de procurar fazer jus a estas deambulações, procuro também afirmar uma linha de investigação sobre o livro escolar, que reconheça a sua especificidade, mas que não deixe também de abrir-se a uma multifactorialidade e ao cruzamento de dimensões diacrónicas e sincrónicas. E isto, no quadro mais amplo de uma historiografia que integre o material, o cultural, o social, o escolar, o pedagógico, num complexo epistémico que contemple o triângulo básico da história cultural: o livro, o texto, a leitura." às quais acrescento a escrita.
publicado por carlosfreitas às 01:14

14
Jun 07





"Não gosto de me vitimizar como mulher, mas nos últimos dias, volta e meia, naquilo que eu tenho lido, vejo claramente uma forma de me atacar que não aconteceria se eu fosse um homem."

Provavelmente só Lacan o consegue explicar. Dado que Freud apostaria numa outra solução. Já o mestre Fellini explica melhor o problema recorrendo à imagem.

Quando uma mulher, no século XXI, se serve desta tipologia de argumentação, a questão ultrapassa o foro da cidadania e passa para o foro da/s patologia/s.

Mulheres vitimas de violência doméstica quotidiana e continuada deviam, essas sim, ter uma palavra a dizer sobre este tipo de patologia social, o machismo, que no fundo não passa de uma negação do masculino, não passa de uma sujeição continuada à necessidade de imposição do falo. O contrário assume a mesma dimensão.

Quando o cogitativo envereda, ainda, pela mera constatação de que o caminho mais curto para atingir o poder, no dizer de algumas mulheres, é ser-se homem, quando as mesmas utilizam a ostentação e prática do poder tentando ocultar o que se não possui ou se não é. Conceitos a caminho do anacronismo. A feminilidade quando no poder não deve rebuscar conceitos passadistas quando esse poder é posto ou está em causa, deve entende-lo como uma mera questão de poder e não de sexo.
publicado por carlosfreitas às 10:16

13
Jun 07


Hoje, mero acaso, lembrei-me do programa que, nos idos anos anos 90 do século passado, o Professor AGOSTINHO da SILVA, manteve na RTP1. Chamava-se o programa "CONVERSAS VADIAS". Recordo, igualmente,este pequeno texto a propósito do centenário, do seu nascimento. Apenas para sobrevoar o esquecimento, uma vez mais.

Capa da obra "À propos de ceci" de Maiakowski, feita pelo fotógrafo Alexander Rodchenko, em 1923, que vem a propósito da recente descoberta de um BURACO NA SOMBRA. Onde, nem por sombras, conheço alguém, com a agravante de ter sido o próprio, a querer meter-se no buraco.
publicado por carlosfreitas às 14:14

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Carlos Freitas Almeida Nunes
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