
A propósito desta
questão transcendental, proponho que, ao invés de estrelas, os hospitais nacionais passem a ostentar pequenas cruzes (do tipo daquelas que se usavam nas páginas necrológicas dos jornais) e assim ao invés das estrelas, os hospitais que ostentassem mais cruzinhas seriam aqueles de que seria bom fugir a sete pés. A explicação para tal escolha não me parece necessária, por demasiado óbvia, poderia ofender, de certo, a lucidez dos portugueses que acreditam que
estrelar hospitais não é a mesma coisa que
estrelar ovos!