
Porque, por vezes, mudam apenas os nomes.
"[...] há poucos dias, o orgão oficioso do Partido Progressista dizia que tão pouca importância tinham as personalidades dos ministros que constituem o gabinete que será fácil encontrar quem de pronto e de uma assentada lhes diga os nomes; só um nome, o do presidente do Conselho, lembra. Não há mesmo Conselho, porque o sr. João Franco não tem para que e de quem tomar conselho; ele manda, obedecem; ele pensa, executam; ele imagina, defendem e proclamam."
escrevia Sampaio Bruno, no portuense jornal
A Voz Pública, de 9 de Junho de 1907.
in "Ditadura",
1907. No advento da República, Lisboa, Biblioteca Nacional, 2007, p. 78-80.
Agradecemos a foto da obra </span>
de Rui Ramos, sobre João Franco.