26
Ago 14

Aqui.

publicado por carlosfreitas às 01:46

 

 

 

 

O Partido Socialista, herdeiro de muitas das características intrínsecas do republicanismo, morreu.  O desgaste das péssimas governações, reflexo das bases de apoio, que erigiram o Partido Socialista português a partido-charneira da III República, com maiorias absolutas nas urnas, chafurdam, as elites eleitas chafurdam, o militante de base não sabe, mas chafurda ainda mais. A continuar assim até Raúl Rego, a esta hora, às voltas na tumba, quererá votar. 

publicado por carlosfreitas às 00:16

21
Ago 14

 

 

 

 

quando leio o hamas lança foguetes fico um pouco baralhado, é que eles não lançam foguetes, mas rocket's, que é outra coisa. Em Portugal também existem bastantes lançadores de foguetes, por exemplo e, por cá, cada tiro vale um, ou mais, melros, mas só melros. Acertamos em tudo, no euro-milhões, por exemplo, tem sido um fartar vilanagem. O que estranho, na realidade, sendo esta perplexidade o fundamento destas palavras é a enorme falta de pontaria por parte de quem lança foguetes no hamas. Nunca acertam em nada, ou os foguetes, segundo as fontes bem informadas, caiem em zona deserta ou semi-desértica ou ao lado de qualquer coisa, como se não quisessem acertar em nada e em ninguém. A falta de pontaria deve fazer parte de alguma estratégia bem definida, facto esse que implica que os seus lançadores de foguetes não acertem em ninguém ou sempre ao lado de qualquer coisa. Parece-me uma falta de pontaria congénita, pois com ela, a pontaria, ou se nasce com pontaria, sendo assim algo de inato ou então aprende-se a fazer pontaria através de aturado esforço. É uma arte difícil. Embora se possa também dar o caso de as tecnologias usadas para disparar foguetes pelo hamas terem sido sabotadas e ainda ninguém os ter avisado. Parece-me também que assim que o exército israelita decide, eles, os lançadores de foguetes do hamas fazem uns disparos que não acertam em nada, dando a impressão que obedecem a ordens superiores, permitindo assim ás ordens superiores justificar a carnificina que se segue a cada falta de pontaria dos lançadores de foguetes do hamas, ou seja, justificar o injustificável. Não sei se repararam mas os lançadores de foguetes israelitas não falham um.

publicado por carlosfreitas às 02:16

13
Ago 14

 

 

 

nelson évora a caminho da glória

publicado por carlosfreitas às 00:20

07
Ago 14
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

cdealmeida nunes
publicado por carlosfreitas às 02:24

29
Jun 14
https://meocloud.pt/link/2f2a779f-c96e-4835-b7ef-498850d10dae/004A8295.JPG/
publicado por carlosfreitas às 13:33

27
Jun 14

 

 

regressado recentemente a Portugal, após uma estadia no estrangeiro, na capital francesa, chegado, acabado de aterrar em Portugal, dou conta que é aqui que estou no estrangeiro. é em Portugal que me sinto alienígena. Tenho por isso que retornar de novo. Desta vez, espero chegar a Macau e por lá ficar, sei lá, morrer entre o rio das pérolas e o mar do sul da china, o Mar de Espelho, na etimologia chinesa. Voltar, não conto, a escrita será cada vez mais esparsa e descontinua, mais do que até agora foi. Passou a interessar muito mais escrever em papel, usar, de novo, um utensílio de escrita manual, a vulgar caneta. Os assuntos em Portugal, passam pelo corriqueiro do futebol, à avenida ocupada pelo merceeiro, a uma caterva de políticos corruptos, sujos inundos, uma sargeta de crimes cada vez mais violentos. É isso, o Portugal. A sua essência. Parto para terras estrangeiras, onde em tempos viveram Wenceslau e Pessanha, a que demos o nome de Macau, nos próximos tempos. Não parto com algum ressentimento, parto apenas como um estrangeiro de regresso ao seu país. Deixo-vos a Pátria para nela chafurdardes com afecto. O mesmo afecto com que me passo a despedir de cada um de vós, um a  um, um de cada vez, tal como um condenado ao saltar para o vácuo, um salto no escuro, desconhecido. Não sei quem sois, sequer. Nem me interessa, sabe-lo. Sei que nos despedimos, eu de vós e vós de mim, como num até sempre, dito, ou escrito, já não me recorda, em madrugada fria e luminosa numa qualquer pousada de Pasárgarda. Riam sempre muito e alto. Riam até perder fôlego. por vezes, os mais timoratos, libertam lágrimas. acontece. aguentem-se, firmes, sofram, sigam na frente. somos a única pessoa que nos acompanha a vida toda . Estejam vivos, enquanto viverem. E peçam aos Deuses, os vossos, ou a vocês mesmos para que não destruam o que resta de Persepólis.

 

publicado por carlosfreitas às 00:56

30
Mai 14

 

 

O governo, pela mão do Ministério da Saúde, proibiu a utilização de anestesia para fazer o toque rectal incluido no tratamento da próstata

publicado por carlosfreitas às 01:59

docentes do quadro que já se encontram integrados na carreira pretendem ingressar de novo na carreira. Só que agora mais perto de casa, ou até em casa se não for muito incómodo.  seria cómico, se não fosse verdade.

 

(

publicado por carlosfreitas às 01:45

22
Mai 14

publicado por carlosfreitas às 01:42

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Carlos Freitas Almeida Nunes
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