04
Dez 13

A segunda década do século XXI, em Portugal, ficará conhecida como a "década "low-cost".

publicado por carlosfreitas às 02:29

19
Fev 13

http://visao.sapo.pt/a-promessa-de-passos-coelho=f713188.

publicado por carlosfreitas às 02:24
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04
Jun 09

                                                                        Janela do castelo de Belmonte de rgomes

Rui Bebiano escreve assim: " Mas também não podemos aceitar uma história asséptica, utilizada acriticamente como curiosidade, instrumento de negócio ou engodo turístico." 

Dizer que estou de acordo é muito pouco. Partilho antes sem reservas esta coisa de como quem não quer a coisa só contar a História que agrada únicamente com pré-determinado alcance. Ultraje para a História, enquanto ciência. Sim a História é uma ciência. Desculpem lá qualquer coisinha. Perceba-se melhor este meu arrazoado AQUI e o porquê do desabafo que partilho. Por outro sigo as palavras de João Tunes, que dizem e ajudam a perceber o alcance do que se pretende afirmar. Sendo este tipo de programa de puro entretenimento televisivo, não passando disso como se sabe. Ou deve saber. Surgem contudo na mediania televisiva envoltos numa nebulosa que apelidam de cultural. Este facto não invalida contudo que os responsáveis não devam perceber a utilidade e a necessidade de referir as partes históricas que se omitem. O que coloco finalmente em causa é igualmente a chancela científica de determinadas instituições. Embora o mecenato tenha nuances que desconheço.

publicado por carlosfreitas às 21:36
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12
Mar 08

 

Vadiava por aqui, a propósito do inenarrável, quando me mandaram ir dar uma volta até aqui. Eu fui e descobri isto. Só pode. Chamemos-lhe  um figo. Saboroso. Eles existem coisas assim.

A Foto foi encontrada AQUI.

publicado por carlosfreitas às 00:59
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19
Out 07

Uma vez por outra de volta à história. O que a história ensina, não se repete por aí. É pena e grave. Quando jornalistas desatam a fazer coisas destas, interessa entender o porquê da falsificação. A falsificação é também ela um assunto de historiadores. O caso relatado, nada que uma Aspirina B não resolva, é sintomático. Mas quem é que quer saber disto?? Ainda teremos longo caminho a percorrer para chegarmos a este ponto.
publicado por carlosfreitas às 22:19

29
Jul 07
Clio (1790). Liebighaus, Frankfurt.

Costumo pensar que José Gil, passada que foi a euforia em torno do"Portugal, Hoje - O Medo de Exitir" de 2005, escreveu com a obra "Salazar: A Retórica da Invisibilidade" saída em 1995, uma clara definição do que à pouco foi relembrado pela excelência das BRUMAS, algo que, embora na bruma, se deve tomar em conta para a compreensão do presente e sobre a mentalidade da sociedade portuguesa, quer no seu conjunto, quer no individual.
O condicionamento mental que se pode entrever, gerado, perpetrado, concretizado e profundamente enraizado na sociedade portuguesa pelo regime que fundou, embora ambos (Oliveira Salazar e o regime) não tenham gozado de perenidade, mantém-se. Pense-se uma sociedade manietada pela inércia, conformada, onde, como afirmava José Gil, em 1995, "vivemos num presente que se perpetua. Não se inscreve em nós o futuro nem o passado, a História.". Sabedores de que foi precisamente na recriação e manipulação da História que o Estado Novo, consolidou a imposição de uma determinada ideia para o país, mas também para o viver comum (refiro-me ao país do pitoresco, do viver rural, etc.). O filósofo ainda recentemente expressou na revista Visão,(19 de Julho de 2007), que enquanto sociedade "temos um laço de amor com o salazarismo". Tal frase, retirada assim do contexto, no qual deve ser inteiramente lida, pode parecer a alguns, ofensiva. Embora continue a pensar que é nessa e dessa relação que devemos, na minha opinião (embora saiba que muitos ainda possam partilhar esse laço dito "amoroso"), através da compreensão histórica do salazarismo, entender da nossa actual condição enquanto indivíduos e sociedade. Na realidade é através do exercício de apreensão do passado que se pode realizar esse verdadeiro acto de amor que se consubstancia na tentativa de nos compreender-mos enquanto sociedade e indíviduo. Embora a finalidade última da História esteja nos antípodas da previsão (embora alguns o tivessem tentado), uma sociedade que se interroga para que serve a História, só pode de ser uma sociedade que passa por uma grave crise de identidade.
publicado por carlosfreitas às 15:10

05
Jun 07
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moebyous
publicado por carlosfreitas às 02:02
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Carlos Freitas Almeida Nunes
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