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Out 12

 

 

 

há aqui um pequeno erro na redacção da notícia, um crasso erro de um português, com eira e beira. Pretende-se refutar, embora muito mal, no meu ponto de vista, e não repudiar. Como é óbvio, e virá a ser cada vez mais, a raridade do ensino do português em França, ou em qualquer outro lugar é uma realidade cada vez mais óbvia. Tome por exemplo, a Guiné-Bissau, onde, em contrapartida, aqui, Senhor Deputado europeu, o francês é já o futuro substituto do português. Se não acredita, veja o Centro Cultural Francês, na capital guineense e tire as suas conclusões, quanto a isso. Eu também apoio medidas de promoção e divulgação do português, mas sem erros crassos

 

 

 

 

publicado por carlosfreitas às 18:45

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Carlos Freitas Almeida Nunes
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