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Out 11

A questão da dívida pública não devia ser assacada ao País, da forma genérica, e da forma impune como tem vindo a ser feita, pelos políticos com responsabilidade pelo governo do país. Essa responsabilidade deve ser imputada exclusivamente aos políticos que mandaram em Portugal. A culpa é agora, neste tempo, do País genérico, e não de quem o governou ou governa. Não me venham falar em nome de um País endividado, dado que este só foi visto e achado durante o "carneiro com batatas" (uso partidário com longas barbas e proveniente da velha Monarquia). Talvez, por isso mesmo, esse País, ele mesmo, seja também culpado da manipulação que sobre ele exercem as máquinas partidárias e a sua propaganda. Recordo-me da velha frase de que a sabedoria popular sabe, em momento oportuno, dar as melhores respostas quando é chamado às urnas. Tem sido  claramente um regabofe para os partidos que se perpetuam na governação. Assim sendo os cidadãos não estão isentos de tal responsabilidade, mas vir agora assacar-lhes a responsabilidade pelo total desvario das contas públicas é, por parte dos políticos, um acto de má fé. Eles, que deviam fazer uma auto de contrição, assobiam, neste momento, para o lado.

publicado por carlosfreitas às 12:10

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Carlos Freitas Almeida Nunes
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