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Mai 10

 

Tropeço, ultimamente, a cada passo em pedidos de desculpa, de compreensão, alguns chegam até embalados a "Bem da Nação", sobre a necessidade do esforço comum, repartido através de um aumento de impostos, de carga fiscal. Algumas a despropósito, quando reduzidas ,e porque reduzidas como medidas de puro eleitoralismo. Manutenção no poder com o intuito de saciar as clientelas políticas que ajudam a efectivar esse desejo. Na realidade eu desculpo, eu compreendo, eu até deixo passar o a "Bem da Nação" - e esta frase, como eu a compreendo - percebo o esforço mas distribuído apenas aos eternos pagadores, compreendo o desperdício, o clientelismo laboral no Estado,  o despesismo, as obras faraónicas, com que cada político quer deixar a sua marca na historiazinha da sua vida política, desde que soubéssemos nós - enquanto povo, enquanto Nação - o que devíamos exigir, definir e desejar, quando nos deixam votar. Fora isso não desculpo, não compreendo e não aceito nada. Zero. E ainda não ouvi o que sua Ex.ª logo mais pela noite irá esclarecer. Embora adivinhe.

publicado por carlosfreitas às 16:38

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Carlos Freitas Almeida Nunes
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