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Mai 10

Na Grécia, o tal país com o qual os altos dignitários da República portuguesa não querem  comparações, a supressão do 13ª e 14º  mês está em marcha. Relembro que o subsídio de férias, considerado como o 14º mês e o subsídio de Natal, o 13ª mês, foram instituídos em Portugal, primeiro aos funcionários do Estado, pois a iniciativa privada portuguesa, nunca existiu senão a reboque do Estado, decorria1971-72, portanto durante a denominada "Primavera marcelista", sendo que o 13º mês, ou subsídio de Natal, será alargado à generalidade dos trabalhadores portugueses durante o governo liderado por Vasco Gonçalves. A sua supressão ou substituição como aqui se revela, feita por este coelho que nos saiu recentemente da cartola, como a poção milagrosa para os desvarios da classe política portuguesa, mostra, à saciedade, que não basta apertar o cinto até ao último furo, como aconteceu com Mário Soares e Ernâni Lopes, que, segundo as imposições do empréstimo feito pelo F.M.I.,  também lançaram mão desta receita. Desta vez, embora a receita seja a mesma, as condições são diferentes. Porque desta vez a despesa com a representação do Estado, dos ordenados dos políticos terá de baixar igualmente até níveis nunca antes vistos.  Frise-se que ao longo dos anos o Tesouro público foi sendo desbaratado ao sabor dos governos do bloco central. Convém recordar.

publicado por carlosfreitas às 02:25

Também convém recordar que o ordenado mínimo grego é de 700 euros.
Fulano a 1 de Maio de 2010 às 04:06

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Carlos Freitas Almeida Nunes
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