02
Fev 10

O aumento de impostos através dos descontos para a ADSE. O sr. Emanuel escuda-se em matéria que dá vontade de rir a bandeiras despregadas. Ora já se sabia que nem todos os serviços seguiam a mesma interpretação da lei. No fundamental a lei permitia tal. Era, e é, lei mal feita. Cozinhada. Então, como já se sabia, é fácil, uniformiza-se a lei. A tal lei mal feita. Porque se afunda em conceitos, demasiado vagos ou utilizados consoante os propósitos de determinado momento. A lei é assim. O habitual. Sendo assim rir deste calhandro ainda é bom remédio, não é? Vá lá ainda tem emprego, não é? É mais um vaso dos pequenos onde se despejam os grandes vasos. Pois claro! E os desgraçados que nem emprego tem, como é? Não é? Claro que é? E o Haiti, porra? Não é? Pois é? Paguem lá as despesinhas que eu vou ter de fazer para aguentar os socialistazinhos no poder, não é? E eu a comemorar 100 anos entre mulheres, não é? Ele há cada comemoração, não é? Que pinta que eu tenho, não acham? E vem o senhor governador, o tal que querem despachar para Bruxelas, preparar o caminho para 2011, com mais uma catrefada de aumentos no consumo indirecto. Ora, ora, só em 2011? Ainda falta muito homem, não pode ser já para amanhã? A corja "lambedoira" da marmelada arrasta-se a caminho do precipício. Ainda bem. Até que se acabe a marmelada. Depois é vê-los a correr atrás do próximo marmelo. Claro! Parece uma fábula, mas não é. Proponho, aqui sim, um "referendozinho", ou não?

publicado por carlosfreitas às 12:14
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Carlos Freitas Almeida Nunes
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