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Dez 09

 

 

Quando alguém sem competência para gerir, não compreende que um compromisso que se assume é assunto que deve ser respeitado, a solução preconizada já tem algumas décadas, pois circula desde o ano de 1949. Nada que a ingestão de alguns rebuçados, que já foram considerados medicinais, que a nomenklatura de Bruxelas obrigou a retirar do nome original, passando a designar-se simplesmente rebuçados peitorais, não ajude a suportar o inverno que se aproxima. Aliás uma pequena visita à página deste produto mostra como se pode sobreviver sem estes "chico-espertos" que empestam o ar que respiramos. Quando se detecta que o Conselho de Administração da empresa onde trabalho, na qual entre Presidente e dois vogais a verba anual despendida com a sua massa salarial ronda os 161 mil euros ano, sem nela serem contabilizados gastos de representação e outras compensações, eu apenas pergunto porque é que a rentabilização de uma qualquer empresa pública tem que ser feita apenas à custa de sobrecarga horária, flexibilização desenfreada do regime de trabalho e da redução da massa salarial, da precariedade das instalações, etc.,etc., dos restantes trabalhadores? Porque é que a rentabilidade só deve assentar única e exclusivamente sobre os ombros de alguns e não se divide pelos vários sectores da empresa pública? Mas é claro nós, que somos umas bestas, não podemos fazer perguntas, não temos "massa crítica" para afirmar que compromissos assumidos devem ser cumpridos e que existem prazos razoáveis para que eles se concretizem. Se ficarem com muita tosse comprem um saquinho de rebuçados do Dr. Bayard, claro.

publicado por carlosfreitas às 19:19

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Carlos Freitas Almeida Nunes
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