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Out 09

Entre indispensáveis e dispensáveis a pediatra Eugénia aplica a teoria sem acento no é. Este conceito que visa melhorar o património genético pode vir a ser evocado. E porque não a discriminação laboral. Ninguém pode ser vacinado contra a sua vontade. O Governo apenas pode e deve aconselhar a vacina que irá adquirir, embora sem saber muito bem o que está comprar. Porque ninguém sabe. A questão do sangue contaminado que "queimou" uma Ministra da Saúde, leva a actual ministra a actuar dando a ideia de que tudo está devidamente acautelado. A discriminação por grupos na fúria vacinal é uma delas. Ou então optava, como fez a França, por adquirir vacinas que englobem toda a população. A discriminação aqui pode ser também letal. Embora tenha reparado que durante as campanhas eleitorais beijos e apertos de mão por dá cá o voto tenham apresentado um ar demasiado prosmíscuo para tanta preocupação. Acabada a campanha eis o regresso da gripe às primeiras páginas. Anda a própria comunidade científica "ás aranhas" com as estranhas mutações apresentada pelo vírus, ao mesmo tempo que aquilo a que alguns chamam teorias da conspiração alastram ao ritmo da pandemia. Comenta-se que uma das substâncias utilizadas na vacina actual já  é utilizada nos soldados americanos que seguem  para as várias frentes de guerra. O seu resultado tem sido considerado desastroso. O que obriga a pensar se não será contraproducente a sua aplicação. Veja-se o caso finlandês onde a  Ministra da Saúde, Rawni Kilde, foi demitida após esta entrevista. Reflectir não faz mal a ninguém. E ainda não é obrigatório estar vacinado.

 

Depois de escrito: Soube posteriormente que a informação sobre esta senhora ter sido ministra da Saúde na Finlândia estava incorrecta. Peço desculpa pela fraca possibilidade de ter induzido alguém em erro. No entanto não concordo com a imagem que querem fazer passar dela. Alguns dos factos que relata, são factos. Agora não me venham dizer que a referida senhora sofre de paranóia e é perseguida por teorias da conspiração. Porque, a ser assim, somos todos, sem excepção, paranóicos.

 

publicado por carlosfreitas às 14:46

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Carlos Freitas Almeida Nunes
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