29
Jan 09

"Provavelmente Deus não existe. Deixe de se preocupar e goze a sua vida" -

Soou, no interior meu fraco entendimento sobre o mundo que me rodeia, a um "deixem-me em paz" e substancialmente dirigido contra as campanhas de marketing religioso. Contem este slogan algumas palavras com que concordo, entre elas o carácter de improbabilidade da existência de um Deus, quando observo estes assuntos à luz do seu governo e direcção por denominados e autoproclamados representantes, o que deixa muito a desejar, como é demasiado óbvio. Palavras que entretando assumem uma discordância sobre a leveza da preocupação quando projectada sobre o que é a vida. O aspecto religioso das sociedades, a questão da crença é uma questão tão individual, mas tão individual, que ambos os lados deviam deixar de se preocupar com ela. Provavelmente seríamos mais felizes, integrando o conceito de felicidade, de gozo da vida, no universo pessoal de cada um. Depois disto regresso ao minúsculo quintal, onde me dedico a proteger as tagetes, as zinias e as dálias anãs deste tempo rigoroso, pois o  assunto, cuja a mediocridade só atingiu os néscios, devia estar focalizado sobre as alterações feitas pelos homens às palavras que estes dizem ser dos apóstolos. Palavras que, desconfio, terem vindo a ser alteradas de forma a coaduna-las a determinados objectivos e moldadas consoante o tempo e as conveniências das seitas religiosas. A minha crença envolve o aspecto revolucionário da vida de um homem a quem chamaram Cristo. Se aquele é filho de um deus, somos todos, a confiar no que por aí é proclamado. Dai à revolução é um passo. Mas é precisamente neste aspecto que reside o principal problema.

publicado por carlosfreitas às 11:25

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Carlos Freitas Almeida Nunes
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