06
Ago 08

Lamento e, a ter que acordar a tão matinal hora, prefiro não me esforçar muito. Apenas por hoje. Amanhã é outro dia. E nunca se sabe. Até as prosas se tornam preguiçosas quando olham para o ponteiro do despertador. Mas sinceramente lamento não ter capacidade para escrever seja o que for sobre o que for com um horário destes. Até isto já me pareceu um enorme suplicio. Até amanhã blogue. Mas isto de condenar qualquer golpe de Estado que nos aparece pela frente é um perfeito desperdício. Imaginem o que aconteceria ao "nosso" 25. Fiquei sem perceber onde é que começa a democracia. Pergunto-me se na não aceitação da possibilidade de golpe de Estado,  se na impossibilidade de golpear um governo democraticamente eleito. Quem decide. Os outros ou eles?  Bem, irei dormir sobre o assunto mauritano e já agora no Saraui também. Cá por coisas. Elas, as coisas, são geograficamente muito próximas. E  quem condena um condena os outros também, neste caso democráticamente ao esquecimento. Fiquei democraticamente sem entender esta geografia das condenações. Mas é assunto para amanhã. Vamos ter de acordar às seis da manhã. É tão duro como condenar um qualquer golpe de estado contra esta democracia.

publicado por carlosfreitas às 18:57

A questão é que um golpe de estado não é uma questão política, é uma questão estética.
Não me lembro quem disse isso mas já comecei a pensar que o sujeito , ou sujeita, tinha toda a razão.
alex campos a 6 de Agosto de 2008 às 21:08

Desculpe caro Leitor mas é demasiado cedo para pensar no assunto a partir do ponto de vista estético. No entanto um golpe de Estado é o que é. Seja ele promovido por democratas ou por não democratas. É um golpe, dai que não deva ser considerado por ninguém como legitimo ou não consoante a estética . Seja na China ou no Uganda. Muito Obrigado. E tenha um bom fim de semana dentro do possível.
carlosfreitas a 9 de Agosto de 2008 às 08:03

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Carlos Freitas Almeida Nunes
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